A Palavra “moderno” é contraponto a ultrapassado, sendo então, sinônimo de contemporâneo.

Na arte o moderno foi um movimento, divisor da academia para o contemporâneo, embora tenha surgido dentro das academias.

São contextos bastante diferentes, onde entre eles, se situam vários movimentos propositivos e evolutivos.

A presença dos suíços na primeira Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, abre as portas do país para as novas tendências.

O Abstracionismo nasce das experiências das vanguardas européias, que recusam a herança das academias. O abstracionismo geométrico, antagônico ao lírico, tem raízes em experimentos do grupo de Stijl, e se populariza na America Latina com a vinda de Max Bill.

O Concretismo propõe racionalização e análise intelectual. No Brasil, entre suas primeiras expressões, se destaca LUIS SACILOTTO como um dos artistas mais importantes. Co-fundador do grupo RUPTURA, que transitou do CONCRETISMO até a OP ART.

A arte ótica visava causar no observador, sensações de movimento. Iconizou as constantes mudanças na realidade. Chegou nas Américas com a vinda de Victor Vasarely.

Nessa exposição, com obras do acervo da GALERIA RUPTURA, apresentamos trabalhos de traços formais, deste grande mestre que em 1952, integrou o GRUPO RUPTURA ao lado de Waldemar Cordeiro, que o definiu como: “A viga mestra da arte concreta”

Alexandre Paiva Frade